
Os olhos se fecham e se abrem.
O ritmo alucinado da noite nos pega arrasta e solta a cada passo.
Um passo, e se tem o espírito ricocheteando para o alto a frente. Ele se espatifa no chão e no próximo passo o jogar se repete.
Nada como a noite e a luz impetuosa das cidades para calar o céu e deixar a lua, única e solitária reinar nos reinos após a montanha. O sangue quente se esfria no ar gélido dos ventos pós vácuo dos carros.
Suspiro.
Não, cidades não são movidas por álcool e sexo como muitos pensam... Mas a loucura de se estar em um ritmo de periculosidade é igual ao seu despertador ser uma cadeira elétrica. Nada mais, nada a menos.
A vida onde não se vê o fim de sua casa é perigosa, não deixando de ser excitante e por mais dolorosa. Fascinante.
Mas sim... O mundo está perdido, o que se pode fazer?
Revolução claro.
Revolução da mente, do corpo e do espírito. Mas a cidade é revolução, e isso sim acredite é a parte em que você entende a diferença de minha alma - se é que ela existe - e a cidade. A cidade não respira, ela converge.
Nada converge. Tudo converge.
4 Já *** Comente Aki ***:
27 de setembro de 2008 às 21:49
Revolucionar a sí mesmo, antes de tudo, como diz a música do Fim do Silêncio - "Estava pronto para mudar o mundo, mas não, para mudar a mim mesmo" - Porém minha revolução, não é a sua revolução, então como poderíamos revolucionar juntos? Não poderíamos, por isso não acredito em revoluções bem sucedidas, apenas mudanças drásticas com uma pequena ou até minuscula porcentagem de cabeças satisfeitas após o ato.
PS: Addzei seu blogay no meu blogay, faz o mesmo hein ^^
Abraçus.
29 de setembro de 2008 às 13:12
malditos jovens do reggae.
29 de setembro de 2008 às 14:14
tb não acredito em "revoluções"...
mas acho que no momento que estava escrevendo a leitura é LITERAL da palavra. ou melhor mostrando:
Re-evolução.
a palavra "revolução" perdeu a parte principal do sentido original dela. Não sendo este o sentido a ser expressado por minha mente.
Ats
yanes, 10''
9 de outubro de 2008 às 07:52
Atualização plz
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